Retrospesctiva do flamengo 2007;O Flamengo teve no ano de 2007 a reafirmação do amor sem limites de sua torcida. canto de amor dos torcedores
07 mag 2008
O show da torcida do FLAMENGO

O Flamengo teve no ano de 2007 a reafirmação do amor sem limites de sua torcida. Campeão carioca, o time tinha na Libertadores o seu principal objetivo. Porém, fracassou diante do modesto Defensor, do Uruguai. Em vez de vaias, o Maracanã lotado cantou o hino do clube e apoiou os jogadores no dia mais triste da temporada.
No Brasileiro, após início irregular, a superação. Embalado pelo hit vindo da arquibancada "Raça, amor e paixão", com melodia igual ao "Tema da Vitória", o Flamengo relembrou o piloto Ayrton Senna e foi passando por seus adversários até conseguir seu objetivo: votar à Libertadores. O combustível? O amor de sua imensa torcida, que lotou o Maior do Mundo e quebrou todos os recordes de público da edição atual do Brasileiro.
O Mais Querido foi apenas campeão estadual nesta temporada. Mas, para os torcedores, 2007 será sempre lembrado como o ano da retomada do casamento entre o Mais Querido e a maior torcida do Brasil.
JANEIRO
O ano de 2007 começou promissor para os torcedores do Flamengo. O clube novamente disputava uma Libertadores e tinha time para brigar pelo título do Estadual. E os dois únicos jogos da equipe em Janeiro aumentaram a confiança da torcida. Duas vitórias sobre Cabofriense e Americano.
FEVEREIRO
Em fevereiro, veio o primeiro jogo da Libertadores contra o Real Potosí, na Bolívia. Um empate heróico na altitude e o primeiro ponto na competição caíram bem. Uma vitória sobre o Maracaibo, da Venezuela, deixou a equipe na liderança do seu grupo. No carnaval, também chegou a primeira derrota na temporada, e com uma goleada por 4 a 1 para o Madureira, com quatro gols de Marcelo, dispensado pelo Flamengo um ano antes. A derrota quase resultou em eliminação da Taça Guanabara. Mas graças a uma derrota do Botafogo para o Boavista, o Rubro-Negro se classificou para a semifinal contra o Vasco. O jogo contra o rival terminou empatado em 1 a 1 e o Flamengo venceu nos pênaltis. Mas o jogo é lembrado pela contusão de Obina no joelho esquerdo após marcar o gol logo no primeiro minuto. O atacante ficaria de fora dos gramados por quase cinco meses.
MARÇO
O mês de março trouxe a primeira alegria aos rubro-negros. Na final da Taça Guanabara, houve um primeiro susto: derrota por 1 a 0 para o Madureira, no Maracanã. No jogo de volta, no entanto, uma goleada por 4 a 1, com a estrela de Souza brilhando, e a conquista do primeiro turno do Carioca. Classificado para a final do Estadual, o Flamengo deixou de lado o segundo turno para dar preferência à Libertadores.
ABRIL
Em Abril, os torcedores comemoraram a classificação para as oitavas-de-final da Libertadores e o segundo lugar geral na fase de grupos, atrás apenas do Santos. No fim do mês, o primeiro jogo da final do Estadual, contra o Botafogo. Após estar perdendo por 2 a 0, a equipe de Ney Franco conseguiu chegar ao empate. E mais uma vez Souza marcou gol.
MAIO
No começo de maio, uma pancada e um título. Pelas oitavas da Libertadores, o Flamengo perdeu por 3 a 0 para o Defensor, no Uruguai, e se complicou na competição. No domingo seguinte, veio o único título do ano. Os rubro-negros empataram novamente em 2 a 2 com o Botafogo, com gols de Souza e Renato Augusto. Nos pênaltis, brilhou o goleiro Bruno, herói principal do 29º título estadual do Rubro-Negro.
JUNHO
Três dias após ser campeão, o Flamengo voltou a enfrentar o Defensor, desta vez no Maracanã. Precisando vencer por três gols, ganhou apenas por 2 a 0 e foi eliminado da Libertadores. Os torcedores reconheceram a luta da equipe e aplaudiram os jogadores no final do jogo. Com o fechamento do Maracanã para o Pan, o Flamengo teve alguns jogos do Brasileiro adiados e disputou apenas três partidas em junho. Empatou duas e foi goleado na outra (4 a 0 para o Figueirense). Com menos jogos e apresentações irregulares, a equipe de Ney Franco rondou a zona de rebaixamento por várias rodadas e terminou o primeiro semestre em baixa no Brasileiro, com apenas uma vitória.
JULHO
O mês de julho marcou a saída de Ney Franco, que ficou um ano e dois meses à frente do Flamengo. Em seu último mês no comando do Rubro-Negro, o técnico venceu apenas o rebaixado e pior time da competição América de Natal (3 a 1). A demissão de Ney foi decidida após o empate em 2 a 2 com o também rebaixado Corinthians, no Morumbi. O técnico deixou o clube na penúltima colocação do Brasileirão, com 12 pontos em 12 jogos.
AGOSTO
Joel Santana voltou à Gávea dois anos depois de salvar o Rubro-Negro do descenso em 2005. Nos dois primeiros jogos, derrotas para Santos e Atlético Paranaense. Depois do fracasso no Sul, o time voltou a jogar no Maracanã, no dia 11 de agosto, contra o Náutico, depois de quase dois meses longe do Maior do Mundo devido ao Pan do Rio. Neste mês, além da vitória sobre os pernambucanos, mais três triunfos - destaque a vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, com nove homens em campo -, um empate e apenas uma derrota. Os resultados tiraram o Fla da zona de rebaixamento, subindo ao 16º lugar, com 25 pontos. Além de Joel, estrearam os fundamentais Fabio Luciano, Ibson e o voluntarioso Maxi.
SETEMBRO
No mês de setembro, o Flamengo jogou sete vezes, ficando com apenas um jogo a menos do que os outros times (27 contra os 28). Neste mês, o time venceu os mineiros Atlético e Cruzeiro - ambos no Maracanã, por 1 a 0 e 3 a 1, respectivamente. Em setembro, o Fla terminou na décima colocação, com 37 pontos em 27 jogos, já na zona de classificação para a Copa Sul-Americana.
OUTUBRO
Sob os olhares de 68 mil apaixonados, o Flamengo bateu por 1 a 0 o São Paulo, no Maracanã. A vitória sobre o praticamente campeão brasileiro empolgou de vez os rubro-negros. Daí em diante, as vitórias do Flamengo tiveram até trilha sonora, o "Tema da Vitória", lançado na vitória por 1 a 0 sobre o Atlético Mineiro, mas que ganhou força naquele dia. Nos outros jogos de outubro, mais quatro vitórias e apenas uma derrota. Dentre os triunfos, um 2 a 1 sobre o arqui-rival Vasco . Os 2 a 0 sobre o Grêmio, diante de quase 74 mil torcedores, no Maracanã, além da vitória por 1 a 0 sobre o América de Natal, no Machadão tomado por rubro-negros, deixaram o time de Joel na sexta colocação, com 52 pontos, a apenas dois da zona de classificação para a Libertadores.
NOVEMBRO
Em novembro, veio a coroação da Nação Rubro-Negra. Nos dois jogos no Maracanã - contra Santos e Atlético Paranaense -, o time levou públicos superiores a 80 mil pessoas. Contra o Peixe, triunfo por 1 a 0, com um gol de Souza, autor de gols decisivos durante a temporada. Diante do Furacão, uma vitória por 2 a 0 e a conquista da vaga na Libertadores-2008. O sonho impossível foi realizado, e com sobras.
DEZEMBRO
Já classificado para a principal competição da América do Sul, o Fla cumpriu seu último jogo no Brasileirão sem compromisso. Resultado: derrota por 1 a 0 para o Náutico. Mas o time terminou na terceira colocação, com 61 pontos. Na festa do Craque do Brasileirão, Léo Moura e Ibson foram escolhidos o melhor lateral-direito e meia, respectivamente. A torcida do Flamengo, dona da maior média de público pagante (39.221) do campeonato, também foi homenageada no evento. De olho em 2008, clube anuncia as contratações de Jônatas; do zagueiro Rodrigo, ex-São Paulo; do apoiador Marcinho, ex-Atlético Mineiro; e de Gavillan, ex-Internacional e ex-Grêmio.
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FALAMENGo a maior torcida do mundo
FLAMENGO Tu és time de tradição, raça, amor e paixão, oh meu mengão
,Manto Sagrado tem nova versãonoar_240308_terceiracamisaflamengo_materiarj_06• 1914: O primeiro título carioca do Flamengo tem algumas curiosidades. Pela primeira vez, o clube utilizava o uniforme "cobra-coral" em substituição ao "papagaio de vintém", que, segundo dirigentes e jogadores, dava azar. Se dava ou não, o que interessa é que o Mengão levou o título ao vencer os dois turnos em campeonato que tinha mais seis clubes. Outro detalhe é que o Flamengo não tinha estádio e mandou suas partidas na casa do Botafogo.
Time-base: Baena; Píndaro e Nery; Ângelo, Miguel e Gallo; Arnaldo, Orlando, Borgerth, Riemer e Raul.
Técnico: Alberto Borgerth.
Campanha: 12 partidas, 8 vitórias, 3 empates e 1 derrota. 24 gols pró, 15 contra e 9 de saldo.
Artilheiro: Riemer (9 gols).
• 1915: O Rubro-Negro repetiu o feito do ano anterior ao vencer os dois turnos do Carioca, mas desta vez o fez de forma invicta. Com a mesma base do primeiro título, o Fla superou as boas equipes de América e Fluminense para levar a taça. O Mengão continuou sem estádio até a última rodada, quando inaugurou o campo da Rua Paissandu e fez a festa ao bater o Bangu por 5 a 1. O destaque da campanha mais uma vez foi Riemer, de novo artilheiro da equipe.
Time-base: Baena; Píndaro e Nery; Curiol, Gallo e Sidney Pullen; Orlando, Borgerth, Riemer, Paulo Buarque e Raul.
Técnico: Alberto Borgerth.
Campanha: 12 partidas, 7 vitórias e 5 empates. 35 gols pró, 11 contra e 24 de saldo.
Artilheiro: Riemer (14 gols).
• 1920: Já com a camisa rubro-negra sem as listras em branco, o Flamengo conseguiu mais um título invicto ao vencer os dois turnos. Foi uma conquista especial, já que o Mengão acabava com uma seqüência de três títulos do Fluminense. O nome do time era o inglês Sidney Pullen, que lutara nos campos de batalha durante a I Guerra Mundial e demonstrava a mesma garra dos tempos de soldado em campo, atuando em várias posições.
Time-base: Kuntz; Burgos e Telefone; Rodrigo, Sisson e Dino; Carregal, Candiota, Sidney Pullen, Junqueira e João de Deus.
Técnico: Sidney Pullen.
Campanha: 18 jogos, 13 vitórias e 5 empates. 44 gols pró, 19 contra e 25 de saldo.
Artilheiro: Junqueira (15 gols).
• 1921: Com praticamente o mesmo time de 1920, mas reforçado com os atacantes Nonô e Orlando Torres, o Flamengo conquistou seu título mais dramático até então. O Rubro-Negro e o América somaram mais pontos nos dois turnos e decidiram o título em uma partida extra. Após empate no tempo normal, o Fla levou a melhor com um gol de Candiota aos sete minutos da prorrogação.
Time-base: Kuntz; Burgos e Telefone; Rodrigo, Sidney Pullen e Dino; Galvão, Candiota, Nonô, Junqueira e Orlando Torres.
Técnico: Cândido de Oliveira.
Campanha: 13 jogos, 6 vitórias, 5 empates e 2 derrotas. 35 gols pró, 24 contra e 11 de saldo.
Artilheiro: Nonô (11 gols).
• 1925: O Flamengo mais uma vez foi soberano na conquista do seu quinto título carioca. Com um time formado por sete jogadores da Seleção Brasileira (Batalha, Hélcio, Pennaforte, Japonês, Candiota, Nonô e Moderato), o Mengão disputou o título com o Fluminense, e, apesar de não ter derrotado o rival, somou mais pontos nos dois turnos e faturou mais um troféu.
Time-base: Batalha; Hélcio e Pennaforte; Japonês, Roberto e Mamede; Newton, Candiota, Vadinho, Nonô e Moderato.
Técnico: Sidney Pullen.
Campanha: 18 jogos, 14 vitórias 3 empates e 1 derrota. 61 gols pró, 18 contra e 43 de saldo.
Artilheiro: Nonô (29 gols).
• 1927: Foi o título mais importante até então. Explica-se. A Associação Paulista de Sports Athléticos suspendeu o Paulistano e o Fla cedeu o campo da Rua Paissandu para que o time disputasse amistosos. Como retaliação e apoio político à entidade paulista, a Associação Metropolitana de Esportes Athléticos suspendeu o Rubro-Negro por um ano e, com isso, alguns jogadores deixaram o clube. A punição foi revogada, mas o Fla teve de reconstruir seu time, aliando antigos jogadores e revelações como Flávio Costa. Apesar das dificuldades, como a derrota de 9 a 2 para o Botafogo, o time reagiu e levou a taça ao bater na última rodada o América.
Time-base: Amado; Hermínio e Hélcio; Benevenuto, Seabra e Flávio Costa; Chrystolino, Vadinho, Fragoso, Agenor e Moderato.
Campanha: 18 jogos, 13 vitórias, 2 empates e 3 derrotas; 47 gols pró, 32 contra e 15 de saldo.
Artilheiro: Fragoso (13 gols).
• 1939: Chegava ao fim o maior jejum de títulos do Flamengo (12 anos). Graças à política do presidente José Bastos Padilha de abrir as portas do clube a jogadores negros como Domingos da Guia, Newton Canegal, Médio, Jarbas e Leônidas, o Rubro-Negro finalmente tinha um time mais forte e isso culminou com o título de 1939. Dirigido pela primeira vez pelo técnico Flávio Costa, o Mengão foi campeão com uma rodada de antecedência no que se tornou o primeiro título levantado no estádio da Gávea.
Time-base: Amado; Hermínio e Hélcio; Benevenuto, Seabra e Flávio Costa; Chrystolino, Vadinho, Fragoso, Agenor e Moderato.
Técnico: Juan Bertoni.
Campanha: 18 jogos, 13 vitórias, 2 empates e 3 derrotas; 47 gols pró, 32 contra e 15 de saldo.
Artilheiro: Fragoso (13 gols).
• 1942: Novamente sob o comando de Flávio Costa e com nove jogadores do título de 1939, o Flamengo somou mais pontos nos três turnos e iniciou a jornada rumo ao seu primeiro tricampeonato carioca. Leônidas da Silva havia deixado a Gávea, brigado com dirigentes, mas surgia um novo ídolo: Zizinho. O título foi sacramentado com um empate por 1 a 1 diante do Fluminense, nas Laranjeiras.
Time-base: Jurandir; Domingos da Guia e Newton; Biguá, Volante e Jaime de Almeida; Valido, Zizinho, Pirilo, Nandinho e Vevé.
Técnico: Flávio Costa.
Campanha: 27 jogos, 20 vitórias, 5 empates e 2 derrotas. 87 gols pró, 29 contra e 58 de saldo.
Artilheiro: Pirilo (22 gols).
• 1943: Foi um bicampeonato relativamente tranqüilo para o Flamengo. Sem Valido, que deixou o futebol para cuidar de sua gráfica, mas com praticamente a mesma equipe do ano anterior, o Mengão passeou e só foi derrotado uma vez, de forma surpreendente pelo América. O campeonato marcou ainda a estréia do grande Modesto Bria, que acertou definitivamente o time montado por Flávio Costa.
Time-base: Jurandir; Domingos da Guia e Newton; Biguá, Artigas (Bria) e Jaime de Almeida; Nilo, Zizinho, Pirilo, Perácio e Vevé.
Técnico: Flávio Costa.
Campanha: 18 jogos, 11 vitórias, 6 empates e 1 derrota. 51 gols pró, 18 contra e 33 de saldo.
Artilheiro: Perácio (14 gols).
• 1944: Um ano após ter parado de jogar, Valido pediu ao técnico Flávio Costa o campo da Gávea emprestado para um jogo do time de sua gráfica. A surpreendente boa forma de Valido fez o treinador pedir ao argentino para voltar ao Flamengo. Mesmo relutante, Valido voltou. Com uma alta febre, o argentino se arrastava em campo na final contra o Vasco, mas mesmo assim marcou o gol do tri, numa suada vitória por 1 a 0. Foi um título muito comemorado, já que o Fla havia perdido Domingos da Guia e não contou com Perácio na reta final do campeonato.
Time-base: Jurandir; Newton e Quirino; Biguá, Bria e Jaime de Almeida; Tião, Zizinho, Pirilo, Perácio e Vevé (Jarbas).
Técnico: Flávio Costa.
Campanha: 18 jogos, 13 vitórias, 2 empates e 3 derrotas. 50 gols pró, 18 contra e 32 de saldo.
Artilheiro: Pirilo (13 gols).
• 1953: Depois de um longo jejum (nove anos), o Flamengo voltou a conquistar um título. Desta vez, o comandante foi o paraguaio Fleitas Solich, que substituiu Flávio Costa. Solich teve um início complicado, com derrotas para Fluminense e Botafogo. Mas, aos poucos, o técnico ajustou a equipe, que, comandada por Rubens, Dequinha e Pavão, faturou o título com uma rodada de antecedência ao abrir cinco pontos sobre o Fluminense.
Time-base: Garcia, Marinho e Pavão; Servílio, Dequinha e Jordan; Joel, Rubens, Índio, Benítez e Esquerdinha.
Técnico: Fleitas Solich
Campanha: 27 jogos, 21 vitórias, 4 empates e 2 derrotas. 77 gols pró, 27 contra, 50 de saldo.
Artilheiro: Benítez (22 gols).
• 1954: No bicampeonato de 1954, dois jovens jogadores que se tornariam treinadores vitoriosos se firmaram no time do Flamengo: Evaristo e Zagallo. Novamente o Mengão foi campeão com uma rodada de antecipação no terceiro turno ao derrotar o Vasco por 2 a 1. A emoção foi tão grande que o presidente Gilberto Cardoso e o técnico Fleitas Solich comemoraram o título ficando embaixo do chuveiro aberto com roupa e tudo. A conquista marcaria ainda os primeiros jogos do futuro ídolo Dida.
Time-base: Garcia, Tomires e Pavão; Jadir, Dequinha e Jordan; Joel, Rubens, Índio, Benítez e Zagallo.
Técnico: Fleitas Solich
Campanha: 27 jogos, 20 vitórias, 5 empates e 2 derrotas. 64 gols pró, 25 contra e 39 de saldo.
Artilheiro: Índio (18 gols).
• 1955: O tricampeonato carioca foi conquistado mesmo após algumas turbulências, como a morte de Gilberto Cardoso, os desentendimentos de Fleitas Solich com jogadores e as lesões. Foi o primeiro tricampeonato da Era Maracanã, após três jogos emocionantes contra o América. No último deles, com a presença do Presidente da República Juscelino Kubitschek, Dida brilhou e marcou quatro vezes na goleada por 4 a 1. Foi um desfecho de ouro para um campeonato de longos nove meses.
Time-base: Chamorro, Tomires e Pavão; Jadir, Dequinha e Jordan; Joel, Paulinho, Índio, Evaristo (Dida) e Zagallo.
Técnico: Fleitas Solich
Campanha: 30 jogos, 21 vitórias, 2 empates e 7 derrotas. 87 gols pró, 41 contra e 46 de saldo.
Artilheiro: Paulinho (23 gols).
• 1963: Depois de oito anos sem títulos cariocas, o Flamengo voltou a ser coroado após uma das partidas mais dramáticas da história do Maracanã, contra o Fluminense. Diante de um público de 177.020 pagantes, o maior da história do clássico Fla-Flu, o Rubro-Negro sustentou um empate sem gols com uma atuação histórica do goleiro Marcial. Foi um prêmio não só para o arqueiro, mas também para Joubert, Jordan e Dida, únicos remanescentes do tricampeonato dos anos 50.
Time-base: Marcial; Murilo, Ananias; Luis Carlos e Paulo Henrique; Carlinhos e Nelsinho; Espanhol, Airton, Dida e Oswaldo Ponte Aérea.
Técnico: Flávio Costa.
Campanha: 24 jogos, 17 vitórias, 5 empates e 2 derrotas. 46 gols pró, 17 contra e 29 de saldo.
Artilheiro: Airton (15 gols).
• 1965: Em um Carioca mais enxuto devido a uma medida da Federação Carioca de Futebol, o Flamengo disputou o título palmo a palmo com o Bangu. O Rubro-Negro tinha no ataque formado por Almir e Silva e no meio-de-campo comandado por Nelsinho e Carlinhos suas grandes virtudes. A conquista saiu após uma derrota do time banguense para o Fluminense na última rodada e o Flamengo apenas cumpriu tabela contra o Botafogo já com a faixa no peito. O Fla levava o título no Quarto Centenário do Rio.
Time-base: Valdomiro; Murilo, Ditão; Jaime Valente e Paulo Henrique; Carlinhos e Nelsinho; Paulo Alves, Almir, Silva e Rodrigues.
Técnico: Armando Renganeschi.
Campanha: 14 jogos, 10 vitórias, 2 empates e 2 derrotas. 18 gols pró, 8 contra, 10 de saldo.
Artilheiro: Silva (7 gols).
• 1972: O Carioca daquele ano tinha algumas novidades. Entre elas, o fato de a Taça Guanabara valer o primeiro turno. E deu Flamengo na final contra o Flu por 5 a 2, numa histórica exibição de Caio Cambalhota, autor de três gols. No returno, foi a vez de o Tricolor comemorar. Só que na finalíssima, o Rubro-Negro de Paulo César Caju levou a melhor sobre o Flu de Gérson por 2 a 1, gols de Doval e Caio. O argentino, aliás, comandou a campanha do Mengão, que teve a participação de um certo garoto chamado Zico.
Time-base: Renato; Moreira, Chiquinho, Reyes e Rodrigues Neto; Liminha e Zé Mário; Rogério, Caio, Doval e Paulo César Caju.
Técnico: Zagallo.
Campanha: 27 jogos, 17 vitórias, 7 empates e 3 derrotas. 43 gols pró, 16 contra e 27 de saldo.
Artilheiro: Doval (16 gols).
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